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Cobrança pelo uso da água é revertida em obras

O diretor de Planejamento do Semae, Hugo Marcos Piffer Leme, apresentou nesta tarde (26) seu trabalho técnico “O impacto da cobrança pelo uso dos recursos hídricos nas finanças do Semae de Piracicaba”, dentro do tema “Recursos Hídricos”. O trabalho foi exposto para aproximadamente 50 participantes da 39º Assemae – Saneamento Ambiental – Ferramenta para integrar a gestão da cidade, em Gramado (RS).

 

A cobrança pelo uso da água acontece na Bacia Hidrográfica dos Rios Piracicaba, Corumbataí e Jundiaí desde o ano de 2006 e os municípios que compõem a bacia pagam pelo uso do recurso hídrico.

 

Crédito: Roberta Migliolo

A cobrança do uso da água foi formulada em três parcelas. Na captação (o que é extraído dos rios), no consumo (aquilo que é gasto e não volta aos rios) e no lançamento (a água usada que é lançada nos rios).  

De acordo com o diretor do Semae, é importante que os serviços de água e esgoto das cidades colaborem e entendam o motivo dessa cobrança. “As cidades que contemplam a bacia pagam pelo uso da água, e esse dinheiro é revertido em empreendimentos na área de saneamento básico”, explica Leme.

Crédito: Roberta Migliolo

 

Projetos de água e esgoto dos serviços municipais podem receber incentivos financeiros para executar obras dessa natureza com o dinheiro pago pelo uso da água, e conforme apresentação do diretor de Planejamento do Semae, de 2006 até 2008, foi investido 65% do valor total arrecadado em obras de esgoto na bacia como um todo.

 

“Na maioria das vezes, o dinheiro investido retorna para os serviços de água e esgoto, o que estimula a realização de empreendimentos na redução de perdas d´água, afastamento de esgoto, entre outras obras”, finaliza Leme.

 

 

Informações:

Assessoria de Imprensa SEMAE (Serviço Municipal de Água e Esgoto de Piracicaba)

Roberta Migliolo MTB: 45.867
Contato: (19) 8129-2555 ou 7802-6932

28/05/09 18h04 - THIAGO DIORIO